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26 de ago. de 2007

Sera!?

SERA !?

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu, na ultima sexta-feira (24/08/07), denúncias apresentadas pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, referentes a 19 dos 40 acusados de envolvimento no esquema do "mensalão". Entre eles, estão dois deputados federais: João Paulo Cunha (PT-SP) e Paulo Rocha (PT-PA). O ex-presidente da Câmara dos Deputados é acusado dos crimes de peculato (apropriar-se do dinheiro público ou desviá-lo em proveito próprio ou alheio - artigo 312 do Código Penal), corrupção passiva e de lavagem de dinheiro (Lei 9.613/98). Já Paulo Rocha é acusado de lavagem de dinheiro.
Deixo um link com uma lista dos acusados que tiveram denúncias acatadas e rejeitada. Depois gostaria que respondessem a Enquête do Bogas.

http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=108688




A Enquête anterior teve o seguinte resultado:

Você sabe do que se trata Operação Furacão ?
Sei, e estou acompanhando (33%)
Sei, mas não acompanho (33%)
Não lembro, mas tenho uma idéia do que se trata (0%)
Não sei, e "Não Ligo" (33%)




VAI VENDO!

O ministro Antônio de Pádua Ribeiro, relator do recurso especial em que um casal homossexual tenta ter o reconhecimento de união estável, votou pelo provimento do recurso. O voto apenas afasta o impedimento jurídico para que o pedido seja analisado em primeira instância. Mas o julgamento na Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi interrompido pelo pedido de vista do ministro Fernando Gonçalves.
No caso, um casal formado por um agrônomo brasileiro e um professor canadense de inglês propôs ação declaratória de união estável perante a 4ª Vara de Família de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, alegando que vivem juntos desde 1988, de forma duradoura, contínua e pública. O objetivo principal do casal era pedir visto permanente para que o estrangeiro possa viver no País, a partir do reconhecimento da união.
A sentença de primeiro grau extinguiu a ação sem analisar o mérito sob o argumento de que é impossível juridicamente atender o pedido, uma vez que não existe previsão legal para reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo. Decisão que foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Eles sustentam que o ordenamento jurídico não veda o reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo. Para o relator do caso, ministro Antônio de Pádua Ribeiro, só existe impossibilidade jurídica de um pedido quando há expressa proibição legal. Depois de analisar diversos dispositivos, o relator disse não ter encontrado nenhuma vedação ao reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo. A legislação só se refere a casais de sexo oposto. Por isso, deu provimento ao recurso para que o juízo de primeiro grau analise o mérito do pedido de reconhecimento da união.
O ministro Fernando Gonçalves não tem prazo para recolocar o processo em julgamento. Ainda falta votarem os ministros Aldir Passarinho Junior e Massami Uyeda.
Esta é a primeira vez que o STJ analisa o caso sob a ótica do Direito de Família. Até então a união homossexual era reconhecida como sociedade de fato, sob o aspecto patrimonial.
O ministro Pádua Ribeiro ressaltou que a matéria é objeto de evolução, que a sociedade tem mudado e que a jurisprudência deve acompanhar essa mudança. Ele afirmou ainda que seu voto no sentido de determinar que a primeira instância julgue o caso não está indo contra a jurisprudência da casa, e sim abrindo caminho para uma decisão mais ampla.
O caso é bastante polêmico. Tanto que o parecer do Ministério Público no processo opina pelo deferimento do recurso, mas o subprocurador-geral da República presente à sessão de julgamento da Quarta Turma nesta terça-feira, Fernando Henrique Oliveira de Macedo, pediu para se pronunciar contrariamente ao colega.

Novidade musical
Galera, sábado 19 de agosto, na AEM (Associação Esportiva Mocoquense) assisti um show de uma banda de MPB que se chama Chicas, formado por três mulheres.
Eu não sabia nada sobre, e sai contente em saber que existem grupos bons como este. Vale a pena conferir.
Para ter uma idéia, elas passam dentro do repertório próprio e de outros, pelo Sampa, MPB (no sentido estrito), baião (ou Forró como queiram chamar) e o Funk Carioca (Rap do Silva); que foi uma das coisas que a mim surpreendeu.
É lógico que elas tenham uma queda, pois elas são do Rio de Janeiro, além de ter selecionado a letra por lá. Esta merece uma reflexão.

Deixo a letra do Rap do Silva, um link de uma página do site delas.


BOB RUM - Rap Do Silva

Todo mundo devia nessa história se ligar
Porque tem muito amigo que vai pro baile dançar.
Esquecer dos atritos, deixar a briga pra lá
E entender o sentido quando o DJ detonar.

Solta o rap DJ!

Era só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
É só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
Era um domingo de sol, ele saiu de manhã
Pra jogar seu futebol, deu uma rosa pra irmã.
Deu um beijo nas crianças, prometeu não demorar
Falou pra sua esposa que iria vir pra almoçar.
Mas era só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
É só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
Era trabalhador, pegava o trem lotado
Tinha boa vizinhança, era considerado.
E todo mundo dizia que era um cara maneiro
Outros o criticavam porque ele era funkeiro.
O funk não é modismo, é uma necessidade
É pra calar os gemidos que existem nessa cidade.
Todo mundo devia nessa história se ligar
Porque tem muito amigo que vai pro baile dançar.
Esquecer dos atritos, deixar a briga pra lá
E entender o sentido quando o DJ detonar.
E era só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
É só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
E anoitecia, ele se preparava
É pra curtir o seu baile que em suas veias rolava.

Pôs boné e uma camisa, tênis que comprou suado
E bem antes da hora, ele já estava arrumado.
Se reuniu com a galera, pegou o bonde lotado
Os seus olhos brilhavam, ele estava animado.
Sua alegria era tanta logo que tinha chegado
Foi o primeiro a descer e por alguns foi saudado.
Mas naquela triste esquina, um sujeito apareceu
Com a cara amarrada, suando, estava um breu.
Carregava um ferro em uma de suas mãos
Apertou o gatilho sem dar qualquer explicação.
E o pobre do nosso amigo que foi pro baile curtir
Hoje com sua família ele não irá dormir.
Porque era só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
É só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
Naquela triste esquina, um sujeito apareceu
Com a cara amarrada, suando, estava um breu.
Carregava um ferro em uma de suas mãos
Apertou o gatilho sem dar qualquer explicação.
E o pobre do nosso amigo que foi pro baile curtir
Hoje com sua família ele não irá dormir.
Porque era só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
Era só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
Era só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
É só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
Era só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.
É só mais um Silva que a estrela não brilha
Ele era funkeiro, mas era pai de família.


http://www.chicas.com.br/videos_sombrasil.html

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